Header Ads

[RESENHA] Guerra Civil - Stuart Moore


Olá pessoal,

Escolham seus lados, porque a guerra começou!!

O Universo Marvel nunca foi o mesmo depois que a GUERRA CIVIL forçou o s heróis a escolher um lado – Stark ou Capitão América / Registro ou Marginalidade – rompendo laços de amizade e familiaridade. Para conversar a fundo sobre essa história, trazemos a resenha desse romance adaptado diretamente das HQs.

Confiram!

Sobre o autor

Stuart Moore é um escritor americano especializado em HQ’s e romances. A Guerra Civil foi sua primeira adaptação de HQs para a narrativa em prosa, seguido da adaptação de X-O Manowar: Noughts and Crosses e de Crosses and Shadowman: Sunshine and Shadow para a programação do Kindle (da Amazon).

Ele também é responsável por romances gráficos como as séries originais Earthlight e Shadrach Stone; Spider-ManNamor: O Primerio Mutante e Wolverine Noir (Marvel); Firestorm e Detective Comics (DC Comics); a equipe de super-herói multicultural A 99; a adaptação de quadrinhos do romance best-seller Redwall; e dois volumes do premiado The Nightmare Factory.

Na área freelancer, ele trabalhou como um editor no St. Martin Press, responsável por uma ampla variedade de publicações no segmento de ficção científica e livros de cultura pop. Recentemente, ele atuou como editor da Virgem Comics / SciFi Channel para a publicação do best-seller Marvel Knights.

Na DC Comics, Stuart foi editor fundador do aclamado selo Vertigo, onde ganhou o prêmio Will Eisner de Melhor Editor de 1996 e o ​​Prêmio Thompson Don para editor favorito de 1999. 

Sobre a obra


A épica história que provoca a separação do Universo Marvel. Homem de Ferro e Capitão América: dois membros essenciais para os Vingadores, a maior equipe de super-heróis do mundo. Quando uma trágica batalha deixa um buraco na cidade de Stanford, matando centenas de pessoas, o governo americano exige que todos os super-heróis revelem sua identidade e registrem seus poderes. Para Tony Stark - o Homem de Ferro - é um passo lamentável, porém necessário, o que o leva a apoiar a lei. Para o Capitão América, é uma intolerável agressão à liberdade cívica. Assim começa a 'Guerra Civil'.
Opinião pessoal

A Guerra Civil, mais do que uma história interessante e envolvente, é uma narração que faz o leitor refletir valores e amizades, contribuindo para que os fãs da Marvel entendam um dos momentos mais importantes da fábrica das ideias, recentemente retratado no cinema.

Eu particularmente precisava ler essa história, pois já tinha escolhido meu lado nessa batalha épica (#teamstark) e também tinha ouvido várias pessoas criticando o jovem milionário, principalmente em relação as suas recentes criações. Conhecer essa história a fundo permitiu tirar algumas dúvidas e construir argumentos pertinentes.

Posso dizer que me surpreendi (muitas vezes negativamente e positivamente), pois o desenrolar dos fatos são inimagináveis.

A história começa em um mundo cheio de super-heróis, alguns deles trabalham para um canal de TV realizando um reality show capturando super-vilões. Em meio a uma luta, um vilão libera poderes e destrói a cidade de Stamford, mandando civis, turistas, crianças e os próprios heróis.

Os Vingadores, os mais fortes dos heróis sob a Terra, ajudam no resgate e na busca pelos escombros, apresentando divergências de ideias sobre os culpados do fato, iniciando assim o primeiro rompimento do grupo. Esse evento foi decisivo para que a ONU resolvesse agir criando a Lei de Registro de Super-humanos, que obrigada todas as pessoas com poderes a se registrarem e serem treinadas, sendo aprovadas ou não para utilizarem suas habilidades.

O problema é que a Lei apresenta dualidades: (1) todos os heróis precisam apresentar seus nomes reais, endereços e expor suas vidas para o governo e para a população e (2) os vilões também podem ser legalizados para trabalhar a favor da Shield.

Com o objetivo de mediar o projeto e ser o mais justo possível, Tony Stark aceita o posto de líder da implantação da Lei utilizando métodos um tanto questionáveis, enquanto Steve Rogers, o Capitão América, resolve se opor a medida utilizando a força bruta contra seus antigos companheiros, sem se preocupar com os civis pelo caminho.

Eu até entendo a questão de continuar a fazer o trabalho difícil sem se expor, como o Capitão defende, mas o mundo chegou a um ponto em que uma medida drástica era necessária. Viver nas sombras não adianta mais e até a população não quer mais isso – quem esconde o rosto não é confiável, quem esconde a identidade é um risco.

A Shield, sob o comando da cruel Maria Hill, (sim ela é muito diferente dos livros e da série) está trabalhando para o governo, mas detém suas próprias diretrizes, sendo um perigo para todos que estão no “campo de batalha”.

Na narrativa vemos a separação de famílias (Quarteto Fantástico), traição de confiança (Homem Aranha), enganação (Tigresa), infiltrados (Gavião Arqueiro), deuses “renascidos” e mortes significativas (uma em especial que dá inicio ao contra ataque).

Muitas surpresas são apresentadas como o primeiro Homem Formiga, a presença de Namor, os questionamentos do Dr. Estranho (ainda não apresentado no cinema), os romances da Mulher Invisível e a frieza do Capitão.

É uma história super recomendada para fãs de quadrinhos, pois ela complementa os acontecimentos das principais histórias da Marvel. Uma aquisição que vale a pena!

4 comentários:

  1. Eu gostei bastante do filme da marvel, mas os quadrinhos sempre vem a acrescentar, embora as adaptações para o cinema não as sigam fielmente. Acho bem legal ver mais a fundo os dois lados da história! Vou ver com o meu namorado que tem várias revistas de quadrinho, quem sabe a encontro por lá! :) Beijos!
    Colorindo Nuvens

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Dai,
      Vale super a pena conferir a história em quadrinho/livro.

      O filme foi muito bom, mas sempre mexem na história original para atender as demandas dos estúdios, diretores, etc.

      Me surpreendi com vários aspectos da história e a leitura ajudou a conhecer e entender cada lado. Alegria garantida rs.

      Beijinhos ;*

      Excluir
  2. Nossa amei a história, mas admito que não gostei muito do filme no cinema.
    Muito bom post, bem explicadinho.

    bjs


    www.larosablanca.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá Re,

      Então menina o desenvolvimento do filme é complicado, pois pelo que soube a Guerra Civil não era o pano de fundo principal e sim o relacionamento do Capitão com o Bucky. Como o Robert Downey Jr. queria muito participar desse filme, ele foi transformado na Guerra Civil, mas ficou um pouco confuso mesmo.

      Particularmente também gostei mais do livro. rs

      Beijinhos ;*

      Excluir

Tecnologia do Blogger.